“Digitais petistas estão no Banco Master”, afirma Flávio Bolsonaro
- Luana Valente

- 25 de mar.
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Senador nega vínculo da direita com instituição financeira, defende investigações e amplia escopo da CPI para incluir nomes ligados ao governo Lula

Em entrevista à CNN Brasil, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que o caso envolvendo o Banco Master “está longe de chegar perto da direita”, afastando qualquer relação política de seu campo ideológico com a instituição. O parlamentar disse ser favorável às investigações e afirmou que assinaria CPI, impeachment de ministro ou qualquer medida necessária para esclarecer os fatos.
Flávio revelou que apresentou um aditamento ao requerimento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master, solicitando a convocação de Gabriel Galípolo (presidente do Banco Central), Fernando Haddad (ministro da Fazenda), Augusto Lima (empresário baiano) e Rui Costa (ministro da Casa Civil). Segundo ele, a ampliação do escopo é fundamental para apurar a origem e os desdobramentos da alavancagem financeira do banco.
O senador também comentou sobre uma doação eleitoral atribuída a Fabiano Zettel, cunhado do empresário Daniel Vorcaro, à campanha do ex-presidente Jair Bolsonaro. Flávio esclareceu que a contribuição ocorreu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”.
Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro reforçou sua posição política ao afirmar: “Os lulapetistas têm muito a explicar. Eles são Masters em esquemas esquisitos e suspeitos”. O senador acrescentou ainda que “digitais petistas estão no Banco Master”, intensificando a disputa narrativa em torno do caso.
As declarações evidenciam que o parlamentar de se posicionar busca defender da transparência, ao mesmo tempo direcionar o foco das suspeitas aos acusados que já estão sendo investigados e, com isso, ampliando o debate para figuras do atual governo.




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