Médico de Bolsonaro alerta: soluço é agressão ao organismo e foco do tratamento
- Luana Valente

- 5 de jan.
- 2 min de leitura
Crises persistentes preocupam equipe médica e tornam-se prioridade na recuperação do ex-presidente

O ex-presidente Jair Bolsonaro enfrenta um quadro delicado de saúde marcado por crises recorrentes de soluço. Segundo o cardiologista Brasil Caiado, responsável por acompanhar o tratamento, o sintoma tem se mostrado o ponto central das preocupações médicas. “O soluço é um sintoma que preocupa muito porque gera cansaço, prejudica o sono e, no pós-operatório, impede que o organismo se recupere plenamente. Ele está sendo praticamente agredido por esse soluço”, afirmou o especialista.
Bolsonaro foi submetido recentemente a cirurgias para tratar hérnias bilaterais e, em seguida, a procedimentos específicos para conter os episódios de soluço. Entre as intervenções realizadas está o bloqueio do nervo frênico, técnica que busca interromper as contrações involuntárias do diafragma, responsáveis pelo sintoma. O procedimento foi feito em etapas, primeiro no lado esquerdo e depois no direito, após a persistência das crises.
De acordo com boletins médicos, os soluços têm causado noites de insônia e desgaste físico significativo. A equipe médica avalia constantemente ajustes nas medicações e a necessidade de novas intervenções, sempre com a preocupação de adotar medidas menos invasivas. O próprio médico reforçou que a prioridade é encontrar uma solução definitiva para o problema, que se tornou recorrente e debilitante.
Apesar das cirurgias realizadas, os soluços continuam sendo o maior desafio para sua recuperação. A equipe médica considera que o controle desse sintoma é essencial para que Bolsonaro consiga retomar o equilíbrio físico e avançar em sua reabilitação.
Fontes médicas destacam que, embora o soluço seja geralmente visto como um incômodo passageiro, em casos persistentes pode se tornar uma condição grave, capaz de comprometer o bem-estar e a recuperação de pacientes em pós-operatório. No caso de Bolsonaro, o sintoma ganhou protagonismo e se tornou o eixo central do tratamento, exigindo atenção redobrada e protocolos específicos.




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