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Bolsonaro atribui crise em SP a sabotagem de Kassab e fala em reação

Foto do escritor: Luana Valente Luana Valente

Ideia do ex-presidente da República é intensificar campanha por Cristina Graeml em Curitiba, contra o vice-prefeito do PSD, Eduardo Pimentel


O ex-presidente Jair Bolsonaro disse a aliados ao longo do final de semana que a crise energética em São Paulo é uma tentativa de intervenção direta do presidente do PSD, Gilberto Kassab, e do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, nas eleições municipais em São Paulo.


Como mostramos na manhã desta segunda-feira, a crise chegou ao terceiro dia e pelo menos 700 mil imóveis estão sem eletricidade na capital paulista.


Na visão do ex-presidente, o governo federal tem sido leniente com a Enel, concessionária responsável pelo fornecimento de energia em São Paulo. A empresa não conseguiu cumprir o plano de contingência e o seu presidente, Guilherme Alencastre, não deu qualquer prazo para se restabelecer o fornecimento na capital paulista.


Em conversa com aliados, conforme O Antagonista apurou, Bolsonaro disse que tanto Silveira quanto Kassab têm trabalhado para que a crise energética seja prolongada ao máximo justamente para que a crise seja utilizada contra a candidatura de Ricardo Nunes (MDB). Ao longo do final de semana, Boulos aproveitou o apagão paulista para atacar Nunes e jogar a responsabilidade pela falta de energia no colo do prefeito.


Agora, Bolsonaro pretende intensificar as campanhas contra candidatos do PSD. Na semana que vem, o ex-presidente da República fará um ato público em apoio a Cristina Graeml (PMB), candidata que disputa o segundo turno em Curitiba contra o vice-prefeito, Eduardo Pimentel (PSD).


Na visão de um importante quadro da cúpula do PL, “Virou questão de honra a derrota de Pimentel em Curitiba”.


A crise energética em São Paulo


Segundo a Agência Reguladora de Serviços Públicos de São Paulo (Arcesp) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Enel prometeu empregar 2,5 mil funcionários para lidar com o apagão, mas, até este domingo, 13, contava com apenas 1,8 mil. O número correto só deve ser atingido nesta segunda-feira, 14, três dias após o início da crise.


O governador Tarcísio de Freitas exigiu que o governo federal e a Aneel iniciem imediatamente o processo de caducidade do contrato da Enel, devido à ineficiência da empresa em crises anteriores. O prefeito de São Paulo chamou a Enel de “inimiga do povo” e criticou o governo federal por não romper a concessão.



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