Eduardo alerta irmão após tiroteio em jantar com Trump
- Luana Valente

- há 3 dias
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Flávio Bolsonaro condena violência política e pede proteção divina; episódio reacende debate sobre segurança de líderes

Um tiroteio durante um jantar em Washington, no último sábado (25), que tinha a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e da primeira-dama Melania, provocou reações imediatas no Brasil. O suspeito, Cole Tomas Allen, 31 anos, foi detido pelo Serviço Secreto após disparar contra agentes de segurança — um deles foi atingido, mas protegido pelo colete à prova de balas.
Entre os que se manifestaram, o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, repudiou o ataque: “Tentar tirar a vida de quem pensa diferente usando balas ou facas não cabe numa democracia. Que Deus nos proteja desse tipo de violência lá ou aqui no Brasil.” Ele relembrou a facada sofrida por seu pai, Jair Bolsonaro, em 2018, para destacar a recorrência da violência política.
Nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro também reagiu. Radicado no país e próximo de Trump, o deputado federal alertou o irmão sobre os riscos e reforçou a necessidade de cautela. Sua mensagem, além de solidariedade, reflete a estratégia de estreitar laços com o ex-presidente norte-americano e buscar apoio internacional para a candidatura de Flávio.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva também condenou o ataque e manifestou solidariedade a Trump e aos presentes. O episódio, que ganhou repercussão internacional, reacende o debate sobre a segurança de líderes políticos e a escalada da violência motivada por divergências ideológicas.
Assim, o jantar marcado por tiros em Washington tornou-se mais um símbolo da fragilidade das democracias diante da intolerância política — e trouxe ao Brasil um alerta que une adversários e aliados em torno da necessidade de proteção.




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