“Insegurança generalizada no Brasil”: Flávio Bolsonaro declara que Lula defende facções após decisão dos EUA
- Luana Valente

- 31 de mai.
- 2 min de leitura
Senador afirma que presidente teria feito lobby contra classificação do PCC e CV como organizações terroristas e critica postura de Lula diante de Donald Trump

Em evento de lançamento de Sergio Moro (PL) como pré-candidato ao governo do Paraná, na sexta-feira (29), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva por defender facções criminosas como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV), após os Estados Unidos, sob a administração de Donald Trump, anunciarem a inclusão dos grupos na lista de organizações terroristas estrangeiras. A decisão foi divulgada na quinta-feira (28) pelo Departamento de Estado norte-americano, após articulação de parlamentares da oposição brasileira, incluindo o próprio Flávio, que esteve em Washington para reuniões com Trump e autoridades locais.
Flávio Bolsonaro acusou Lula de “fazer lobby a favor a favor de CV e PCC”.
“Há uma insegurança pública generalizada no nosso país e é inadmissível que o presidente da República vá de joelhos até o presidente dos EUA fazer lobby a favor de CV e PCC. Em dois dias como pré-candidato à presidência da República fizemos mais pela segurança pública do povo brasileiro do que o Lula e o PT nas últimas duas décadas”, declarou Flávio.
Flávio também criticou falas de Lula em que disse ter ficado “muito triste” , com a decisão norte-americana e ter se referido às facções criminosas como “nossos criminosos”.
“Lula estava triste porque integrante do CV e PCC estavam sem classificados como grupos terroristas e, pior que isso, os chamou de ‘nossos criminosos’. Nossos não Lula, são seus criminosos”, ressaltou o presidenciável.
Ainda segundo o senador, cerca de 50 milhões de brasileiros vivem sob o domínio de narcoterroristas, e a soberania deve ser defendida contra o crime organizado, não em favor dele. Em outro vídeo publicado nas redes sociais, Flávio afirmou que o tempo de Lula “está acabando”.
“Vamos defender a soberania de 50 milhões de brasileiros que vivem em áreas que são dominadas por narcoterroristas do CV e PCC. É pra isso – que é sério vai trabalhar – pra defender a soberania das pessoas”, ressaltou Flávio.
Ao comentar sobre o caso Master, Flávio disse que Lula tem muito a explicar sobre as supostas reuniões com Daniel Vorcaro, e fraudes no INSS.
“O Lulinha sumiu e ninguém sabe onde ele está, e é acusado por receber mensalinho do “Careca do INSS”, e eu não estou ouvindo ninguém perguntar sobre ele e nem Guido Mantega, Lulista que estava recebendo cerca de 1 milhão por mês, inclusive para abrir as portas do Banco Master para o Governo Federal. O Lula tem muito a explicar ainda sobre as reuniões secretas sugerindo, não só com o Vorcaro, mas também ao Augusto Lima, e que ninguém falou nada, mas que começou na Bahia esse esquema todo. Por que o Lula ainda não explicou, o que estava fazendo ao sugerir, se esperasse a troca do presidente do Banco Central pra resolver a questão do Master”, finalizou.




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