Bebê de 10 meses morre em Fortaleza após sofrer violência sexu@l
- Luana Valente

- 15 de jul.
- 2 min de leitura
Dois homens foram presos em flagrante; Polícia Civil aguarda laudos periciais para esclarecer a dinâmica do crime

Uma bebê de apenas 10 meses morreu em Fortaleza, no Ceará, após dar entrada em uma unidade de saúde com sinais de violência sexu@l. O caso, confirmado pela Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 22 e 26 anos, autuados por estupro de vulnerável seguido de morte.
Segundo a SSPDS, “na unidade médica foi constatado o crime sexual contra a vítima”. A bebê não resistiu aos ferimentos. Além dos dois suspeitos, outras pessoas foram conduzidas à delegacia para prestar esclarecimentos. A Polícia Civil informou que aguarda o laudo pericial e segue com os trabalhos investigativos “com o intuito de elucidar a ocorrência”.
Os suspeitos foram identificados como Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos. Ambos foram levados pela Polícia Militar à Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). De acordo com as investigações iniciais, Francisco mantinha um relacionamento casual com a mãe da bebê, descrito como “ficante”, enquanto Roberto é primo dele.
A mãe da criança relatou que acreditava que a filha estivesse engasgada e buscou socorro médico. No atendimento, os profissionais de saúde identificaram sinais de violência sexual, o que levou à imediata comunicação às autoridades.
A defesa de Francisco Ray afirmou que o jovem colaborou com as investigações, submetendo-se voluntariamente à coleta de material genético, e negou estar no quarto da criança no momento do crime. Já a defesa de Roberto Levy não foi localizada até o fechamento desta reportagem.
O caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Perícia Forense, que atuaram na ocorrência. A SSPDS reforçou que os trabalhos seguem em andamento para esclarecer todos os detalhes da morte da bebê.
A brutalidade do crime gerou forte comoção em Fortaleza e em todo o país, reacendendo debates sobre a proteção da infância e a urgência de políticas públicas mais eficazes contra a violência sexual.




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