Coca-Cola aposta em embalagens menores para enfrentar inflação no Brasil
- Luana Valente

- 6 de mai.
- 2 min de leitura
Novo CEO global, Henrique Braun, detalhou estratégia em entrevista ao The Wall Street Journal

A Coca-Cola anunciou que vai reduzir o tamanho das garrafas e latas vendidas no Brasil como parte de uma estratégia para enfrentar os efeitos da inflação e manter o consumo de refrigerantes no país. A medida foi confirmada pelo novo CEO global da companhia, o brasileiro Henrique Braun, em entrevista ao The Wall Street Journal.
Segundo Braun, a decisão busca oferecer ao consumidor opções mais acessíveis em termos de preço unitário, ainda que o custo por litro seja maior. “É melhor ajustar o tamanho das embalagens do que recorrer a descontos agressivos”, afirmou o executivo, destacando que a iniciativa já foi testada em outros mercados, como os Estados Unidos, onde mini latas e garrafas intermediárias ganharam popularidade.
No Brasil, a mudança deve incluir garrafas de 1,25 litro, posicionadas entre as tradicionais de 2 litros e as menores, além de latas de 220 ml e 310 ml, alternativas à versão clássica de 350 ml. A expectativa é que os novos formatos sejam introduzidos gradualmente, sem uma data única de lançamento.
A estratégia tem como objetivo facilitar compras mais frequentes e evitar a queda nas vendas em um cenário de pressão sobre o orçamento das famílias. Para os consumidores, a novidade representa maior variedade de escolha, mas também exige atenção ao valor proporcional do produto.
Com a decisão, a Coca-Cola segue uma tendência global de adaptação às mudanças econômicas e aos hábitos de consumo, reforçando a busca por equilíbrio entre acessibilidade e rentabilidade em mercados emergentes como o brasileiro. # Coca-Cola aposta em embalagens menores para enfrentar inflação no Brasil
Novo CEO global, Henrique Braun, detalhou estratégia em entrevista ao The Wall Street Journal
A Coca-Cola anunciou que vai reduzir o tamanho das garrafas e latas vendidas no Brasil como parte de uma estratégia para enfrentar os efeitos da inflação e manter o consumo de refrigerantes no país. A medida foi confirmada pelo novo CEO global da companhia, o brasileiro Henrique Braun, em entrevista ao The Wall Street Journal.
Segundo Braun, a decisão busca oferecer ao consumidor opções mais acessíveis em termos de preço unitário, ainda que o custo por litro seja maior. “É melhor ajustar o tamanho das embalagens do que recorrer a descontos agressivos”, afirmou o executivo, destacando que a iniciativa já foi testada em outros mercados, como os Estados Unidos, onde mini latas e garrafas intermediárias ganharam popularidade.
No Brasil, a mudança deve incluir garrafas de 1,25 litro, posicionadas entre as tradicionais de 2 litros e as menores, além de latas de 220 ml e 310 ml, alternativas à versão clássica de 350 ml. A expectativa é que os novos formatos sejam introduzidos gradualmente, sem uma data única de lançamento.
A estratégia tem como objetivo facilitar compras mais frequentes e evitar a queda nas vendas em um cenário de pressão sobre o orçamento das famílias. Para os consumidores, a novidade representa maior variedade de escolha, mas também exige atenção ao valor proporcional do produto.
Com a decisão, a Coca-Cola segue uma tendência global de adaptação às mudanças econômicas e aos hábitos de consumo, reforçando a busca por equilíbrio entre acessibilidade e rentabilidade em mercados emergentes como o brasileiro.




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