Delegado da PF descarta interferência de Bolsonaro
- Luana Valente

- 13 de abr.
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Revisão de inquérito confirma ausência de provas

A Polícia Federal concluiu novamente que não houve interferência do ex-presidente Jair Bolsonaro na corporação. O delegado responsável pela investigação reafirmou que não existem provas de crime, mesmo após a reabertura do inquérito determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
O caso teve início em 2020, quando o então ministro da Justiça, Sergio Moro, acusou Bolsonaro de tentar influenciar a PF ao pressionar por mudanças em cargos de comando. A investigação foi arquivada a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), mas voltou a ser analisada por ordem do STF.
Na revisão, a PF reiterou que não foram encontrados elementos que comprovem pressão política suficiente para configurar delito. O relatório foi encaminhado à PGR, que terá a palavra final sobre o arquivamento definitivo.
A decisão reforça a conclusão anterior e marca mais um capítulo da disputa política e jurídica envolvendo Bolsonaro, Sergio Moro e o Supremo.




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