ALERTA: Ivanka Trump foi alvo de plano de assassinato ligado ao Irão
- Luana Valente

- 23 de mai.
- 2 min de leitura
Iraquiano treinado pela Guarda Revolucionária teria planejado ataque em vingança pela morte de Qassem Soleimani

Autoridades norte-americanas revelaram que Ivanka Trump, filha do Presidente dos Estados Unidos, esteve na mira de um plano de assassinato concebido por um iraquiano com ligações à Guarda Revolucionária Islâmica do Irão. O suspeito, identificado como Mohammad Baqer Saad Dawood Al-Saadi, de 32 anos, teria jurado matar Ivanka em represália pela morte do general iraniano Qassem Soleimani, comandante da Força Quds, morto em janeiro de 2020 por um ataque de drone norte-americano em Bagdá.
De acordo com o Departamento de Justiça dos EUA, Al-Saadi chegou a obter informações sobre a residência da filha de Trump na Flórida e publicou ameaças em redes sociais, afirmando que “nem os palácios nem o Serviço Secreto” poderiam protegê-la. O iraquiano foi detido na Turquia e posteriormente extraditado para os Estados Unidos, onde enfrenta acusações relacionadas a 18 ataques e tentativas de ataques em diferentes países, incluindo incêndios criminosos, esfaqueamentos e atentados contra instalações diplomáticas norte-americanas.
As investigações apontam que Al-Saadi mantinha vínculos com grupos terroristas ligados ao Irão, como o Kata’ib Hezbollah, e teria recebido treinamento militar da Guarda Revolucionária. O caso reacende as tensões entre Washington e Teerão, já agravadas pela morte de Soleimani, figura central da estratégia militar iraniana no Oriente Médio.
Embora o plano tenha sido frustrado, o episódio reforça preocupações sobre a segurança da família presidencial. Ivanka Trump e Jared Kushner, que vivem em Miami, foram alvo de medidas adicionais de proteção após a descoberta da conspiração. Para especialistas em segurança, a escolha da filha do Presidente como alvo simboliza uma tentativa de atingir diretamente a família Trump, ampliando o caráter político e simbólico da vingança.




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