Trump afirma que regime de Cuba está "a ponto de cair"
- Luana Valente

- 9 de jan.
- 2 min de leitura
Presidente dos Estados Unidos reiterou que Cuba enfrenta colapso iminente, citando crise econômica e fim do apoio venezuelano.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a declarar nesta quinta-feira (8) que acredita que o governo de Cuba “está muito perto” de cair. A fala reforça posicionamentos anteriores do líder norte-americano, que tem apontado a fragilidade econômica da ilha caribenha como fator decisivo para um possível colapso político.
Segundo Trump, a situação de Cuba se agravou após o fim do apoio financeiro e petrolífero da Venezuela, país que durante anos forneceu recursos estratégicos para sustentar o regime cubano. “Cuba parece estar a ponto de cair, está definitivamente afundando. Não sei como eles vão conseguir se manter à tona, eles não têm renda”, afirmou o presidente em conversa com jornalistas a bordo do avião presidencial.
O republicano destacou ainda que não vê necessidade de uma intervenção militar direta dos Estados Unidos, sustentando que o regime cubano tende a desmoronar de forma natural. “Acho que vai simplesmente desmoronar. Não acredito que seja necessária qualquer ação”, disse, ao relacionar a crise cubana ao enfraquecimento da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela.
As declarações de Trump repercutiram internacionalmente, reacendendo o debate sobre o futuro da ilha e sobre os impactos regionais de uma eventual queda do regime. Analistas de política externa apontam que a combinação de embargo econômico imposto pelos Estados Unidos, má gestão interna e a perda de apoio externo coloca Cuba em uma posição de vulnerabilidade inédita.
Em junho de 2025, o presidente Donald Trump assinou um memorando que intensificou a política dos Estados Unidos em relação a Cuba. A medida proibiu transações financeiras, tanto diretas quanto indiretas, com entidades ligadas ao governo cubano e reforçou a restrição ao turismo na ilha. Além disso, ampliou a fiscalização sobre viagens e operações econômicas relacionadas, consolidando uma postura mais rígida de Washington diante do regime de Havana.




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