Trump ressalta sobre atentado: “Não é a primeira vez que tentam me matar”
- Luana Valente

- há 3 dias
- 1 min de leitura
Homem de 31 anos foi preso após disparar em evento em Washington; presidente saiu ileso

Na noite de sábado, 25, Donald Trump foi alvo de uma nova tentativa de atentado durante o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, realizado no Hotel Washington Hilton. O suspeito, identificado como Cole Tomas Allen, de 31 anos, foi preso no local após abrir fogo. Um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas sobreviveu graças ao colete balístico.
Trump foi retirado às pressas e, em pronunciamento, afirmou que “não é a primeira vez que tentam me matar”, lembrando episódios anteriores: em Butler, na Pensilvânia, em 2024, quando foi atingido de raspão na orelha por um disparo, e em Palm Beach, na Flórida, em 2025, com a invasão ao clube de golfe. O presidente classificou o agressor como “um lobo solitário” e “uma pessoa doente”.
O FBI e o Serviço Secreto investigam falhas na segurança e a motivação do ataque. Allen teria se hospedado no hotel na véspera, o que facilitou sua entrada sem passar por detectores de metal. Ele será apresentado a um tribunal federal em Washington nesta segunda-feira, 27, acusado de uso de arma de fogo em crime violento e agressão contra agente federal.
Este é o terceiro atentado contra Trump em dois anos, fato que reacende debates sobre segurança presidencial e polarização política nos Estados Unidos. Autoridades afirmam que Allen escreveu um manifesto com conteúdo anticristão e críticas às políticas de Trump.
O episódio reforça a afirmação de Trump de que exercer a presidência é “a profissão mais perigosa do mundo”. O caso deve intensificar discussões sobre segurança institucional e o clima político no país.




Comentários