ALERTA: Médico relata apatia, tontura e queda na pálpebra de Bolsonaro após queda na cela
- Luana Valente

- 6 de jan.
- 2 min de leitura
STF mantém decisão de não remover ex-presidente para hospital externo

O estado de saúde do ex-presidente Jair Bolsonaro voltou a ser pauta nacional nesta terça-feira (6), após uma queda dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília. Segundo o médico Brasil Caiado, responsável por acompanhar o político, Bolsonaro apresenta sinais de apatia, tontura e uma leve queda na pálpebra esquerda, embora não tenha relatado dores.
"Fiz uma última avaliação no presidente agora, ele estava apático, uma leve queda na pálpebra esquerda, com a pressão normalizada e com sinal de tontura. Sem dor. O próximo é aguardar a liberação para a realização dos exames e imediatamente nos deslocarmos para o hospital, que está de prontidão para recebê-lo", afirmou Caiado em entrevista coletiva.
Ainda de acordo com o relato do cardiologista, os sintomas surgiram após o ex-presidente bater a cabeça durante o incidente. A pressão arterial foi considerada normalizada, mas o quadro inspira atenção.
A defesa de Bolsonaro solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) autorização para que o ex-presidente fosse encaminhado a uma unidade hospitalar externa, alegando necessidade de exames clínicos e de imagem. No entanto, o ministro Alexandre de Moraes decidiu que não há necessidade de remoção imediata, mantendo o acompanhamento médico dentro da própria estrutura da Polícia Federal.
A nova crise de saúde reforça argumentos de sua defesa em favor de uma possível prisão domiciliar, mas, até o momento, o STF não sinalizou mudanças nesse sentido. Preso após condenação por uma tentativa de “golpe de Estado”, o ex-presidente tem sido acompanhado de perto por sua equipe médica devido ao quadro de saúde considerado frágil.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também se manifestou nas redes sociais, confirmando que o marido passou mal durante a madrugada e sofreu uma queda. Segundo informações médicas, o incidente resultou em um traumatismo cranioencefálico leve, sem necessidade de intervenção emergencial.
Mesmo diante da negativa de Moares, a equipe médica segue em observação, e ainda se mantém na expectativa de uma autorização para exames e acompanhamentos mais detalhados,




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