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“Saúde e vida de Bolsonaro estão nas mãos do PGR”, afirma Michelle


Ex-primeira-dama critica demora do STF em autorizar exames após queda em cela da PF


Reprodução
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao ministro Alexandre de Moraes após o ex-presidente Jair Bolsonaro sofrer uma queda dentro da cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, onde cumpre pena por suposta tentativa de golpe de Estado. Segundo Michelle, a decisão de Moraes de solicitar manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) antes de autorizar a transferência do ex-chefe do Executivo para um hospital particular representa uma “omissão” diante de um quadro que, em sua avaliação, exige urgência.


“A PF não tem autonomia para tirar uma pessoa que sofreu um acidente, uma pessoa que bateu com a cabeça em um móvel. Estamos esperando o excelentíssimo ministro Alexandre de Moraes liberá-lo. Ele está em Dubai, agora lá já é madrugada, encaminha para a PGR e a PGR não dá resposta. Mais uma vez temos uma família aqui clamando por justiça”, criticou.


Bolsonaro passou mal durante a madrugada e caiu, batendo a cabeça. O médico que o acompanha, Claudio Birolini, confirmou que o ex-presidente sofreu um traumatismo cranioencefálico leve, quadro que, embora não grave, requer exames clínicos e de imagem para descartar complicações. A defesa do ex-presidente solicitou imediatamente ao STF autorização para que ele fosse levado a um hospital, mas Moraes condicionou a decisão à manifestação da PGR, o que atrasou o atendimento.


Michelle Bolsonaro usou as redes sociais para denunciar a demora e pedir orações pelo marido. Em suas declarações, afirmou que “a saúde e a vida de Jair Bolsonaro estão nas mãos do PGR”, responsabilizando diretamente a Procuradoria-Geral da República pela definição do destino médico do ex-presidente. Para ela, a negativa inicial em permitir exames imediatos demonstra negligência institucional e coloca em risco a integridade física de Bolsonaro. “A gente já não sabe mais (o que fazer), até as atribuições da Polícia Federal agora estão com o ministro Alexandre de Moraes”, acrescentou.



A Polícia Federal confirmou que Bolsonaro recebeu atendimento após relatar a queda e que seria encaminhado para exames. Ainda assim, com base nas declarações médicas, a defesa declara que o quadro exige acompanhamento hospitalar especializado, reforçando a necessidade de autorização judicial. O episódio ocorre poucos dias após o ex-presidente ter recebido alta de outro procedimento médico, aumentando a preocupação sobre sua saúde.



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