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Fraude no INSS: Chiquini pede prisão preventiva de Lulinha




Filho do presidente Lula é alvo de pedido no STF por suposta ligação com o “Careca do INSS”


Chiquini também cita que Lulinha teria deixado o país e retornado a Espanha
Chiquini também cita que Lulinha teria deixado o país e retornado a Espanha

O advogado Jeffrey Chiquini protocolou nesta semana, no Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido de prisão preventiva contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O requerimento foi direcionado ao ministro André Mendonça, relator das investigações sobre fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).


“Acabei de pedir a prisão preventiva do Lulinha. O pedido acaba de ser protocolado para o André Mendonça. Todo mundo sabe que o Lulinha, está atolado até o pescoço nessa fraude do INSS, diariamente são escândalos envolvendo o seu nome como a mesada do Careca do INSS”, declara Chiquini.


Segundo Chiquini, há risco de fuga e necessidade de garantir a aplicação da lei penal. Ele argumenta que Lulinha possui residência no exterior e já teria deixado o Brasil em momentos anteriores, o que poderia comprometer sua disponibilidade para responder às investigações. O advogado sustenta que existem indícios de envolvimento do filho do presidente em um esquema de descontos indevidos em benefícios previdenciários, investigado pela Polícia Federal.


As apurações apontam para a atuação de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, considerado o pivô da fraude. De acordo com documentos enviados pela PF ao STF, Lulinha poderia ter atuado como sócio oculto do empresário, recebendo vantagens financeiras ligadas ao esquema. Testemunhas também teriam mencionado seu nome durante o curso das investigações.


Em vídeo divulgado nas redes sociais, Chiquini afirmou que “todo mundo sabe que o Lulinha está atolado até o pescoço nessa fraude do INSS”, reforçando a necessidade da medida cautelar. O advogado, que não atua diretamente na defesa de nenhum dos investigados no caso, disse ter apresentado o pedido de forma independente, alegando tratar-se de uma iniciativa “técnica” Pleno.News.


O ministro André Mendonça ainda não se manifestou sobre o requerimento. Caso seja aceito, a prisão preventiva de Lulinha representaria um novo desdobramento nas investigações que já vêm mobilizando a Polícia Federal e o Supremo Tribunal Federal. Até o momento, não há decisão judicial sobre o pedido, e o filho do presidente permanece em liberdade.


A defesa de Lulinha não se pronunciou oficialmente sobre o caso. O caso, no entanto, amplia a pressão política em torno das investigações e reacende debates sobre a relação entre figuras públicas e esquemas de corrupção envolvendo o sistema previdenciário.



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