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Moraes diz que PF usou Mossad para acessar conversas do Master

Atualizado: 13 de fev.

Empresa de cybersegurança israelense foi contratada para ajudar nas investigações


Rosinei Coutinho/STF
Rosinei Coutinho/STF

O ministro Alexandre de Moraes afirmou, durante uma sessão reservada do Supremo Tribunal Federal (STF) na quinta-feira (12), que a empresa citada em relatório da Polícia Federal no caso Banco Master seria ligada ao Mossad, o serviço secreto de Israel.


A frase foi registrada em reportagem do Poder360, que reproduziu trechos do encontro fechado realizado no mesmo dia em que o STF decidiu retirar Dias Toffoli da relatoria do processo.


De acordo com o site, o comentário foi feito após o ministro Cristiano Zanin relatar aos colegas que encontrou, no relatório da PF, uma mensagem sobre a possível contratação da Black Wall Global, descrita como uma empresa de espionagem.

Zanin afirmou que não sabia exatamente do que se tratava, quando Moraes fez o aparte:


– Eu conheço. Isso aí é o pessoal do Mossad.

A Black Wall Global é uma agência israelense-emiradense de inteligência digital, cibersegurança e defesa, formada por veteranos de unidades de elite.


Ainda segundo a apuração, a PF viu indícios de que o Banco Master teria buscado serviços capazes de descriptografar celulares com senha e dados em nuvem.


O aparelho que teve o sigilo quebrado na investigação foi o de Daniel Vorcaro, fundador do banco, mas não há confirmação sobre qual tecnologia foi usada.


Via Pleno News

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