Flávio Bolsonaro reage a polêmica sobre financiamento do filme Dark Horse
- Luana Valente

- 16 de mai.
- 2 min de leitura
Senador critica adversários e reforça discurso em ato de pré-campanha presidencial ao lado de Tarcísio de Freitas

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a se posicionar publicamente contra o financiamento do filme Dark Horse, obra que tem gerado debates no meio político. Durante ato de pré-campanha presidencial realizado em São Paulo, ao lado do governador Tarcísio de Freitas, Flávio afirmou que “o lado de lá não tem limites de fazer o mal”, em referência a seus adversários políticos.
O evento, marcado por discursos de tom eleitoral, reforçou a aproximação entre o senador e o governador paulista, que tem sido apontado como possível aliado em uma futura disputa nacional. Flávio destacou que encara “de frente o perigo que o Brasil sofre”, em uma fala que buscou mobilizar apoiadores e consolidar sua imagem como figura central no campo conservador.
A polêmica em torno do financiamento do filme Dark Horse ganhou repercussão após críticas de parlamentares ligados à oposição, que questionam o uso de recursos públicos em produções culturais com viés político. Flávio, por sua vez, classificou o episódio como exemplo de “instrumentalização da cultura” e prometeu enfrentar o que considera uma tentativa de manipulação ideológica.
No discurso, o senador reforçou sua postura de enfrentamento:
“Quando escutam barulho de tiro, acendem o sinal de alerta e de prontidão, para encarar de frente o perigo e fazer o seu trabalho. E é isso que eu vou fazer. Eu vou encarar de frente o perigo que o Brasil tá sofrendo hoje e defender os valores que nós acreditamos de Deus, de pátria, de família, de liberdade. E que a gente não vai abrir mão de continuar lutando pelo nosso Brasil”, disse Flávio.
O ato em São Paulo também serviu como vitrine para a parceria política entre Bolsonaro e Tarcísio, que compartilham pautas econômicas e de segurança pública. Ambos defenderam a necessidade de “resistência” diante do que chamam de ameaças ao futuro do país, em um discurso que reforça a narrativa de enfrentamento constante contra adversários políticos.




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