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Moraes exige identificação de seguranças de Bolsonaro ligados ao GSI


Ministro do STF quer detalhamento da equipe que atua na prisão domiciliar do ex-presidente


EFE / André Borges
EFE / André Borges

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro informe quais integrantes de sua equipe de segurança pertencem ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A decisão foi tomada no contexto da prisão domiciliar temporária concedida a Bolsonaro, que cumpre pena em casa por questões de saúde.


Segundo Moraes, a medida busca assegurar “o ambiente controlado necessário” para a execução da pena, evitando brechas que possam comprometer o cumprimento da decisão judicial. O GSI é responsável pela Secretaria de Segurança Presidencial, que atua na proteção do presidente e do vice-presidente da República.


A defesa já havia encaminhado ao STF uma lista com os nomes dos colaboradores que trabalham na casa do ex-presidente, mas Moraes solicitou a especificação de quais deles são vinculados oficialmente ao GSI. O objetivo é constatar quais agentes são vinculados ao GSI – distinguindo-os dos profissionais particulares contratados pela família.


O despacho expõe um extremo controle judicial sobre a execução da pena de Bolsonaro durante o período de prisão domiciliar.

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