Flávio Bolsonaro reage e chama decisão de Moraes de “ilegal, covarde e cruel”
- Luana Valente

- 18 de jul.
- 2 min de leitura
Senador afirma que restrições impostas ao pai extrapolam os limites legais e promete recorrer ao Supremo Tribunal Federal.

O senador Flávio Bolsonaro classificou como “ilegal, covarde e cruel” a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou as restrições à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. A medida suspendeu visitas sociais por 30 dias e proibiu encontros com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições. Além disso, Flávio, que também atua como advogado do pai, foi impedido de visitá-lo por 90 dias após ter lido em uma live uma carta escrita por Jair Bolsonaro.
Segundo Moraes, a leitura da carta configurou descumprimento das medidas cautelares, já que o ex-presidente está proibido de se comunicar com apoiadores, direta ou indiretamente, pelas redes sociais. A decisão foi encaminhada ao Ministério Público Eleitoral, que deverá avaliar se houve propaganda eleitoral antecipada.
Em reação, Flávio Bolsonaro afirmou que recorrerá da decisão, sustentando que as restrições extrapolam os limites legais e violam direitos previstos na Constituição e no Estatuto da Advocacia. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador acusou Moraes de agir por “vingança” e de usar o poder do Estado para “satisfazer devaneios pessoais”. Ele chegou a dizer que o pai foi “enterrado vivo, só com a cabeça para fora da terra, e está tomando chute na cara de Moraes”.
A defesa de Jair Bolsonaro reforçou que a decisão desrespeita a Constituição, retirando do ex-presidente o direito de receber visitas familiares e de manter comunicação com o mundo exterior. Também destacou que a proibição deFlávio Bolsonaro chama decisão de Moraes de “ilegal, covarde e cruel” e promete recorrer
O senador Flávio Bolsonaro reagiu com dureza à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ampliou as restrições impostas ao ex-presidente Jair Bolsonaro em regime de prisão domiciliar. Moraes determinou a suspensão de visitas sociais por 30 dias e proibiu encontros com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições de 2026. Além disso, Flávio, que atua como advogado do pai, foi impedido de visitá-lo por 90 dias após ter lido em uma live uma carta escrita por Bolsonaro, considerada pelo ministro como descumprimento das medidas cautelares.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, Flávio classificou a decisão como “ilegal, desproporcional, covarde e cruel”, acusando Moraes de agir por vingança e de usar o poder do Estado para “satisfazer devaneios pessoais”. O senador afirmou que recorrerá da medida, sustentando que as restrições extrapolam os limites legais e violam direitos previstos na Constituição e no Estatuto da Advocacia, especialmente no que diz respeito à comunicação entre advogado e cliente.
A defesa de Jair Bolsonaro também criticou a decisão, alegando que ela retira do ex-presidente o direito de receber visitas familiares e de manter contato com o mundo exterior. O caso foi encaminhado ao Ministério Público Eleitoral, que deverá avaliar se houve propaganda eleitoral antecipada na divulgação da carta lida por Flávio.




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