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“Vai ter sangue nas mãos de Moraes e Gonet”, afirma Michelle ao criticar demora em atendimento médico a Bolsonaro


Metrópoles
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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, em entrevista concedida a jornalistas nesta terça-feira (6). Michelle afirmou que “vai ter sangue de inocente nas mãos do excelentíssimo ministro [Alexandre de Moraes] e do [procurador-geral da República Paulo] Gonet”, responsabilizando-os pela demora na autorização para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse encaminhado a um hospital após sofrer uma queda na cela da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.


Segundo relatos, Bolsonaro caiu durante a madrugada de terça-feira (6) e bateu a cabeça, o que resultou em um traumatismo craniano leve. Apesar da gravidade da situação, a autorização para que o ex-presidente fosse transferido ao Hospital DF Star só foi concedida por Moraes na quarta-feira (7), quase 24 horas depois do acidente. Michelle classificou a demora como negligência e chegou a falar em “tortura” contra o marido.


A declaração da ex-primeira-dama foi em tom de alerta em torno da prisão de Jair Bolsonaro, que está sob custódia da Polícia Federal desde o início de janeiro. Michelle Bolsonaro afirmou que a situação demonstra um tratamento desumano e que a responsabilidade por qualquer agravamento do estado de saúde do ex-presidente recairá sobre Moraes e Gonet.


Michelle Bolsonaro, que vem se posicionando de forma cada vez mais ativa no cenário político, reforçou sua indignação nas redes sociais, repetindo que “mais uma vez” haverá “sangue nas mãos” das autoridades responsáveis. A fala reverberou entre apoiadores do ex-presidente, que acusam o Judiciário de perseguição política, e entre críticos, que veem nas declarações da ex-primeira-dama uma tentativa de tensionar ainda mais o ambiente institucional.


Michelle alertou ainda que Bolsonaro está sendo “negligenciado e torturado”, uma vez que está “em um quarto trancado que só pode ser aberto quando ele tem que tomar medicação”.


“Eu peço a Deus para proteger ele e livrar ele de todo mal. Mas é uma mancha para a instituição se acontecer alguma coisa com o meu marido”, desabafou a ex-primeira-dama.


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